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·        FREADAS                                                                                                               
 
Nunca freie sobre poças d’água. Se isso for inevitável, alivie o pedal rapidamente para que as rodas não travem.
Muito cuidado ao frear tendo caminhões na sua traseira. Pesados, eles percorrem uma área muito maior que um veículo comum até parar completamente.
 
·        VIAGENS LONGAS
 
Descanse bastante antes de iniciar sua viagem.Se possível, viaje acompanhado por alguém que também possa revezar com você a direção.
Não beba nem tome qualquer medicação que possa interferir nos seus sentidos.
Não dirija por muitas horas. Faça paradas regulares, mesmo que não esteja cansado.
Faça uma revisão cuidadosa nos principais itens de segurança do veículo como freios, pneus, parte elétrica e direção.
 
·        ACIDENTES
 
Deparando-se com um acidente, antes de tentar prestar qualquer socorro, respeite a sua própria segurança. Evite ser, também, mais uma vítima.
Se já houver outras pessoas prestando socorro no local, siga adiante e tente avisar a autoridade mais próxima (Polícia Rodoviária, Concessionário da rodovia etc.)
Se você não é médico ou paramédico, evite mexer nas vítimas e nem permita que leigos removam as pessoas acidentadas. Aguarde o socorro apropriado e evite o agravamento das lesões por manipulação inadequada.
Sua principal função será evitar o pânico, confortar os feridos, pedir o socorro e sinalizar o local com triângulo, galhos ou lanternas.
 
·        ULTRAPASSAGENS
 
Nunca ultrapasse pela pista da direita.
Antes da ultrapassagem, certifique-se de que você tem uma visão total da estrada, olhando também os retrovisores.
Anuncie por meio dos sinais convencionais (luzes e setas) sua intenção de fazer a ultrapassagem.
Nunca ultrapasse em trevos, lombadas, curvas e passagens de nível ou onde a faixa que divide as pistas seja contínua.
 
·        DIRIGINDO NA CHUVA
 
Redobre a atenção para as condições da estrada nessas ocasiões, é possível a ocorrência de deslizamentos e quedas de barreiras.
Reduza a velocidade a um limite seguro.
Mantenha ligado os limpadores de pára-brisa.
Não fume para evitar o embaçamento do vidro.
Evite freadas fortes.
Se o carro aquaplanar (deslizar sobre uma lâmina de água) não freie nem pise na embreagem. Solte o acelerador e deixe o atrito com água reduzir a velocidade até você sentir as rodas adquiriram contato com o piso.
 
·        ANIMAIS NA PISTA
 
Ao se deparar com animais de grande porte nas pistas (cavalos, bois etc) não buzine nem sinalize com os faróis. Isto assusta o animal que pode ter reações inesperadas.
Feche os vidros, passe lentamente em marcha reduzida e avise o posto policial mais próximo.
 
·        VIAJANDO COM CRIANÇAS
 
Crianças com menos de 10 anos de idade devem sempre ser transportadas no banco de trás, atadas aos cintos de segurança ou acomodadas nas cadeirinhas apropriadas.
Bebês, mesmo os recém-nascidos, não devem viajar no colo de suas mães. Em caso de colisão, o risco da criança servir como amortecedor no impacto com o painel ou o banco da frente é muito grande.
As crianças de colo até um ano de idade, devem ficar nas cadeirinhas fixadas de costas para o sentido do carro. Depois dessa idade, a cadeirinha pode ficar na posição normal.
Quando a cadeirinha não mais oferecer proteção à nuca da criança, em função de seu crescimento, é o momento de colocá-lo diretamente no próprio banco do veículo, presa pelo cinto de segurança.
Caso a posição do cinto possa causar enforcamento em criança, acomode-a em cima de uma almofada.
 
·        CINTO DE SEGURANÇA
 
A obrigatoriedade do uso do cinto de segurança é para todos os ocupantes dos veículos, independente da via que esteja sendo utilizada.
Mantenha os cintos sempre em bom estado e nunca prenda-os enrolado ou dobrado, para não reduzir sua eficiência.
Uso de cinto de segurança no banco de trás também é obrigatório.
Fonte: Programa PARE (MT) / www.estradas.com.br
 
·        AIR BAGS                       
 
Veja nas dicas do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) que cuidados você deve ter quando for dirigir um carro com airbag:
 
“a) Os cintos de segurança devem ser sempre usados, mesmo em veículos com airbags, pois o conjunto oferece uma melhor proteção e o cinto evita que o contato do ocupante com a bolsa ocorra antes do ideal, ou seja, enquanto ela está inflando, quando poderia provocar ferimentos graves ou até fatalidades. A maioria das mortes causadas por airbags, detectadas nos EUA, envolvia pessoas que não estavam usando cinto de segurança, usavam o cinto incorretamente ou estavam posicionadas de forma inapropriada no assento.
 
b) O condutor deve manter o banco afastado de onde o airbag sairá (o volante de direção, no caso dos motoristas, e o painel, no caso dos passageiros dianteiros), evitando que o corpo fique na região até onde a bolsa alcançará quando inflada. A distância do tórax à direção deve ser maior do que 25 cm (um airbag frontal de motorista infla 25 cm ou mais para fora do compartimento da direção). A posição em relação ao airbag é que determina os riscos de ferimentos. No caso do airbag frontal de passageiros, deve ser observado que eles são maiores do que o de motoristas, podendo inflar a uma distância de 40 cm ou mais a partir do painel.
 
c) Nunca colocar uma criança em um dispositivo de transporte de crianças fixado no banco da frente, pois, além de ser proibido no Brasil, no caso de acionamento do airbag, este pode provocar ferimento ou até a morte da criança, principalmente no caso do dispositivo do tipo bebê-conforto, que é fixado virado para trás do veículo. Crianças devem ficar sempre no banco traseiro, com dispositivo adequado para seu transporte (de acordo com seu tamanho e peso).
 
d) Nunca manter objetos (no veículo ou nas mãos e bocas) entre o airbag e o motorista ou passageiro.
 
e) O passageiro não deve apoiar mãos ou pés no painel, pois pode ter um ferimento grave no caso do airbag inflar e também porque ficará numa posição inadequada para que o cinto o proteja no caso de acidente.
 
f) No caso de pessoas que não conseguem ajustar o banco de forma a ficarem a uma distância segura do volante, como pessoas de baixa estatura ou mulheres grávidas no final da gestação, deve ser considerada a opção de se desligar o airbag (veja a recomendação do fabricante).”
 
Fonte: Blog Mercado, Serviços e Cia (Zeca Chaves) – site da Revista Quatro Rodas
http://quatrorodas.abril.com.br/blog/zeca/
 
·        TROCA E RODÍZIO DE PNEUS
 
Antigamente os fabricantes recomendavam colocar os dois pneus novos na frente, já que eles teriam um desgaste mais acelerado (no caso de carros de tração frontal) e porque consideravam importante ter mais aderência no eixo direcional, justamente aquele que era responsável pelo controle do veículo.
 
Porém recentemente essa orientação mudou. Agora os fabricantes exigem que os pneus novos sejam colocados na traseira, jogando os mais gastos na dianteira. Afinal, é mais importante você ter aderência atrás, pois é mais difícil para um motorista comum controlar o carro quando ele perde a traseira no piso molhado do que quando ele sai de frente. Além disso, mesmo que você perca a aderência dos pneus dianteiros, você sempre tem a possibilidade de movimentar as rodas, o que não acontece no eixo traseiro.
 
E quando chega a hora de trocar o pneu? A lei brasileira diz que a profundidade mínima do sulco é de 1,6 milímetro, embora algumas montadoras recomendem trocá-los quando atingirem 3 milímetros, para não comprometer a segurança na chuva (um pneu novo tem em média 8 milímetros).
 
Se você não sabe como medir isso, fique calmo. Na prática, é só seguir uma indicação que vem no pneu. Procure na banda de rodagem um pequeno triângulo e as letras TWI (Tire Wear Indicator), uma marca que indica que o pneu chegou ao fim da vida útil.
 
Trocar dois pneus é apenas a forma mais comum e barata de substituí-los, mas não é a melhor.
 
Para seus pneus durarem mais tempo, faça sempre que possível o rodízio. Como eles trabalham com pesos, esforços e inclinações diferentes, é normal que eles se desgastem de maneira diferentes. Para garantir que o desgaste seja o mais uniforme possível e, portanto, para aumentar sua vida útil, deve-se trocá-los de posição a cada 10.000 km ou quando houver diferenças visíveis de desgaste, seguindo as especificações que estão no manual do proprietário.
 
 
 
Se quiser, você pode seguir também o diagrama acima, que é fornecido pela Pirelli. A imagem mostra duas opções de rodízio para veículos com quatro pneus radiais e de mesma medida, no qual você inclui o estepe ou não. Nem todos os carros permitem usar o estepe no rodízio, pois ele pode ter medidas diferentes das dos pneus de rodagem.
Mas lembre-se: não adianta apenas fazer o rodízio e esquecer da calibragem.
 
Fonte: Blog Mercado, Serviços e Cia (Zeca Chaves) – site da Revista Quatro Rodas
http://quatrorodas.abril.com.br/blog/zeca/

 
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